Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

O caso da criança de Tábua que foi levada pela mãe para o Brasil, está a dar tanta polémica porquê? O pai quando foi buscar ao Brasil uma rapariga de 20 anos, que agora tinha 29, não sabia que era uma jovem à vista dele? Por acaso não se lembrou, que ele era muito mais velho do que ela, e que mais cêdo ou mais tarde iria ter problemas? Ela foi inteligente; tirou um curso de estéticista, outro de cableireira e a carta de condução. Preparou o futuro dela. Só o marido é que não se apercebeu disso, mas dado o passado dele com várias mulheres, era para ser mais inteligente. A reflexção que eu faço sobre este caso é: que tudo isto foi mal conduzido, tanto pêla proteção de menores, como pêlas auturidades portuguesas. Como é possivel um caso que já estava sinalizado, dado os maus tratos que havia de parte a parte, e mais grave passados à frente da criança, com a GNR a ser chamada a entervir várias vezes, e ninguém tomou medidas? Será que a segurança do aeroporto fez tudo o que deveria fazer? Ou houve mais uma vez falha humana? Se houve os infractores devem ser penalizados. Espero que tudo isto sirva de alerta para muitos pais, mas também para as auturidades portuguesas.

publicado por barroseira às 15:11

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

 Vinte cinco de Abril 35 anos

 

Abril, Abril

Porque nos abandonaste,

Criaste-nos esperança

E num sonho te tornaste.

 

Passados 35 anos

De democracia e liberdade,

Não conseguimos aprender

Ainda estamos em austeridade.

 

A revolução dos cravos

Esperança de várias gerações,

Trouxe a liberdade

Mas também as corrupções.

                           

Abril, Abril

Traz outra vez a esperança,

Porque ela está a morrer

E o povo não tem confiança.

 

Abril, Abril

Abril dos capitães,

Só mudando de políticos

Haverá futuro para novas mães.

 

Abril, Abril

Mês que se venera os cravos,

Para ter flor tão bonita

Onde estão os centavos.

 

Abril, Abril

Foste o ópio do povo.

Não se pode perder a esperança

Pode vir o Estado Novo.

 

publicado por barroseira às 22:54

Domingo, 12 de Abril de 2009

Por favor entendam-se: Médicos, farmácias, e governo. A falta de entendimento entre ambas as partes faz com que seja os doentes a pagarem os medicamentos mais caros. Para quando os medicamentos em uni dose? Com certeza que é mais uns interesses que ainda não foram ultrapassados; quem paga é sempre o doente. Por que razão é que os médicos não autorizam, que os doentes possam optar pelos medicamentos mais baratos,dado que faz parte da lei? Se os medicamentos genéricos são iguais aos outros, naõ vejo porque é que há tanta relutância em facilitar os doentes para terem menos despesa na farmácia. Pensso que haverá interesses das várias partes, o monópolio das farmacias e os interesses dos médicos é que fazem com que os portugueses mais desfavorecidos, e com uma reforma baixa tenham dificuldades. Muitos meses passam sem comprar medicamentos, porque a reforma não chega. A livre concorrência só facilitaria a que os medicamentos fossem mais baratos, se os farmaceuticos formados podessem abrir farmacias, o monopolio acabava, para bem de todos. Se nas outras profissões a concorrência é livre, porque é que nas farmácias não é? Espero que isto possa mudar para bem de todos.

publicado por barroseira às 15:26

Quarta-feira, 08 de Abril de 2009

Depois das imagens que vimos na televisão, penso que todos ficamos aterrorizados. Temos que pensar que isto também nos pode acontecer a nós, e qual seria a nossa reacção ao vermo-nos sem nada, só com a roupa do corpo.Como é que esta calamidade não é noticia de abertura dos telejornais, será que é mais importante dar noticias do futebol? Os média têm que rever a sua prioridade das noticias que nos transmitem, porque as imagens são bastante fortes, mas nós temos que estar preparados para o pior e a informação desta catástrofe onde havia portugueses, para mim era mais importante que qualquer noticias sobre futebol, não está em causa o clube, mas sim a prioridade da noticia. Este país assim não pode ir para a frente, porque quando o futebol é mais importante do que os problemas económicos, o desemprego, a exclusão social e o estado do país, de facto alguma coisa está mal.

 

publicado por barroseira às 22:41