Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Neste país os serviços públicos são uma vergonha, vou transcrever o que se passou comigo hoje, com a Portugal Telecom. Na minha empresa avariou a central telefónica e eu precisava de saber preços de uma nova, contactei o nº 16200 para saber onde me devia dirigir para saber qual a central indicada e o preço. Começaram por me dizer que só numa loja da PT, eu como não sabia o Nº de telefone pedi para me darem, responderam que não sabiam que iam passar par outro sector, passaram para o outro sector e daí informaram-me que não sabiam, mandaram ligar para o 118 o que eu fiz, daí responderam-me que também não sabiam, mandaram ligar para o telefone geral da PT o que eu fiz, responderam a mesma coisa que não sabiam, depois de isto tudo, liguei para a loja do cidadão em Coimbra e pedi para me ligarem ao sector da PT, o funcionário disse-me que não podia passar mas que ia falar com eles para eu aguardar, o que eu fiz, como lhe tinha explicado o que pretendia, passado um bocado veio a resposta que tinha que me deslocar a Coimbra para resolver este assunto. Depois disto tudo fiquei na mesma sem resolver nada. como é que este país pode andar para a frente com serviços a funcionarem assim, alguém que ponha mão nisto, porque nem para vender estão interessados.

publicado por barroseira às 20:06

Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Volto a falar da via circular externa à vila de Tábua. Como é possível fazerem-se obras sem ter em atenção as pessoas, sem que haja uma inspecção para ver se está tudo em ordem. A população da Catraia dos Seixos Alvos e dos seixos Alvos, estão a ser prejudicados pela abertura da estrada, dado que cortaram a mesma e não criarão alternativas viáveis a quem tem que circular a pé. Ainda ontem aconteceu que duas crianças ao passarem pela estrada enterraram-se até à cintura tiveram que ir lá os pais para os tirarem, ficando lá as sapatilhas, como é que isto é possível? Onde está a fiscalização? se fosse uma empresa pequena já tinha sido multada por causa da segurança e da má sinalização das obras, mas como é das grandes já nada acontece, as crateras que estão abertas são um perigo para toda a população, quando acontecer um problema, espero que a culpa não morra solteira, porque só não vê quem não quer. Será que a autarquia não devia intervir para que o bem estar dos seus munícipes fosse salvaguardado. Como ali à poucos votos, não interessa. Será que a estrada antiga não devia só ser cortada quando estivessem as alternativas resolvidas? Nem todas as pessoas têm carro para se deslocar a dar uma volta de alguns dois quilómetros. Onde se acha mole carrega-se, mas não pode ser assim, lá porque as pessoas são humildes não se pode fazer pouco delas. Outro caso é a estrada estar a quase pronta e os proprietários ainda sem receberem o valor que têm direito, dos terrenos que a mesma ocupou. E lá volto eu a falar no João Brandão, Será que se ele voltasse não resolvia muitos destes problemas?

publicado por barroseira às 16:05


Na minha aldeia os passeios parecem uma montanha russa, basta ver os da Estrada da Barrosa. Como é que as pessoas de idade e as de cadeiras de rodas podem andar nestes passeios? Não é possível os de cadeira de rodas, precisam de fazer um esforço enorme para subir as ondas, os idosos com o problema da osteoporose, podem arranjar uma fractura com a maior das facilidades. A maior parte deles têm que andar pela faixa de rodagem, por causa dos desequilíbrios da coluna. Só nesta terra é que se fazem passeios com lombas que mais parecem as ondas do mar, já que muita gente não tem possibilidades de ir à praia, tem aqui a possibilidade de ver as ondas.As pessoas que mandam nesta terra não andam nos passeios, porque se andassem tinham mais cuidado com as obras que fazem. Até quando tanta ignorância na minha aldeia... Ai João Brandão, João Brandão.

publicado por barroseira às 15:43

Sábado, 17 de Janeiro de 2009

É uma verdadeira pobreza esta vila, nem uma casa mortuária. Gasta-se tanto dinheiro a fazer obras para satisfazer caprichos de algumas pessoas, para seu beneficio, sem  utilidade nenhuma para as populações e não se é capaz de pagar o resto da primeira fase das obras do centro paroquial onde está implantada a casa mortuária. Segundo o que eu sei a primeira fase ainda não está acabada por falta de dinheiro. Será que a autarquia não vê que o centro paroquial lhe está a tirar de cima uma obrigação, ao estar a fazer uma obra que lhe pertencia? Para quando é que se pode morrer com dignidade? Será que irei ter uma resposta este ano que é ano de eleições? Não acredito porque se a obra fosse noutro local que eu cá sei, era feita de certeza, mas para a sede do concelho só se sabe dizer que não há dinheiro. Esperamos para ver. Os políticos que não pensem que isto já está ganho, não contem com o ovo no cu da galinha, porque a galinha pode não por mais ovos.

publicado por barroseira às 17:57


Como eu dizia no meu apontamento anterior, que a luta ia começar, sem dúvida que começou. As mudanças de camisola são muitas, promete-se ajudar a cumprir as promessas feitas e em troca muda-se de camisola. Já se está a assistir à criação de lugares para colocar os bois, porque podem correr o risco de perder as eleições e os amigos ficarem sem lugar. Outros casos que eu conheço, só aceitam de novo candidatar-se se houver colocação para o filho com vinculo definitivo. É isto os políticos que temos no país, vendem-se por qualquer coisa, até por uma jantarada? Mas isto ainda a procissão vai no adro? Porque até ás eleições muita coisa vai acontecer. Vergonha, já não há! Nunca houve, portanto salve-se quem puder. Estamos na era da democracia falida, mas para certas coisas há sempre dinheiro.

Mas que falta nos faz o verdadeiro João Brandão.

publicado por barroseira às 17:16

Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Chegou o ano de 2009. Segundo os analistas será um ano dificil, tanto económico com politíco. Ano de várias eleições, onde grandes lutas se avizinham, muitas mudanças de camisola para tentar um lugar onde possam tirar o melhor partido para si ou para seus familiares. A vergonha vai começar, grandes jantaradas para ver se empregam mais alguns amigos, dos amigos e dos amigos dos amigos, mas que grande barafunda! Mas neste país já estamos habituados a esses lobis. Tanto faz ser rosa como laranja a porcaria é a mesma,muda-se de moleiro mas não se muda de ladrão. O que se passa na minha aldeia com certos politicos,são coisas de bradar aos ceus, e ainda isto é um meio pequeno, porque nos meios grandes, o que será? A luta começou os galos vão se gladiar, para ver qual é o que arranja melhor poleiro, para depois poderem continuar a fazer os seus favores, sabe-se lá a troco de quê? Nunca teremos essa resposta porque a maior parte deles sabem como fazer as coisas, apesar de alguns já terem ido para a prisão, mas estam muitos cá fora que cresceram tão depressa que tambem mereciam lá estar. É os politicos que temos, alguns eram uns meros desempregados, que não tinham lugar em lado nenhum,mas arranja-se sempre um lugar na politica, porque aí qualquer mediúcre entra. Como é que querem bons politicos neste país?

publicado por barroseira às 17:08

Sexta-feira, 09 de Janeiro de 2009

Há minha aldeia tudo acontece! Não sei se por falta de empenho dos políticos, ou porque será. Como nos outros lados, cada vez encerram mais fábricas e casas comerciais, onde é que isto vai parar? Se não fosse a empresa Aquinos Tábua estava na miséria. Perdemos o destacamento territorial da GNR para Arganil, perdemos o serviço de saúde 24 horas para Arganil (O centro de saúde vai encerrar das 24 horas ás 8 da manhã) temos que nos deslocar para Arganil, que mais nos irá acontecer, será que ainda cá vai ficar alguma coisa de interesse, já só falta levar o tribunal, mas até esse parece que também vai. Não vale nada a câmara ser do partido do governo, porque perde tudo para Arganil que é PSD, porque será? Dizem que o João Brandão voltou, mas está em ligeiro abrandamento, porque não é o verdadeiro. A minha aldeia está mesmo a precisar que se faça uma clonagem do verdadeiro João Brandão, para ver se ele põe as coisas no lugar, porque algumas pessoas estão a precisar, ai estão, estão.

publicado por barroseira às 21:27

Quinta-feira, 01 de Janeiro de 2009

Festejos de passagem de ano por todo o lado, hotéis esgotados, viagens esgotadas e gastos de dinheiro a rodos, alguns com possibilidades , mas outros, é só para manter as aparências, fazem empréstimos aos bancos, mas o pior é estarem a dever a várias pessoas, não se preocupando nada com isso. O lema é, a quem eu dever que espere se quiser, esquecendo-se que essas pessoas também precisam de comer como eles e têm o direito também a passar o ano com alguns mimos, pois a eles não lhes faltam.

Mas será que estes festejos por todo o mundo tem razão de ser? As pessoas não pensão que quantos mais anos passam, menos anos temos de vida? mais curta é a nossa estadia entre os vivos.

Se pensassem bem deviam era estar tristes, porque cada vez se aproxima mais o nosso fim e da maneira com vão as coisas será mais depressa que o que muita gente imagina. 

publicado por barroseira às 18:31