Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

(Turista descontraído)

 

 A característica mais importante de ser turista

 Um turista parte para umas férias descontraídas, deixando todos os problemas fechados à chave. Alheando-se de tudo, até da família. Demonstra ser insensível a tudo o que o rodeia.

A autora do texto é crítica no que diz respeito às recordações que se compram em viagem, porque na maioria, são coisas inúteis.

 Ser turista é partir para vários lugares no Mundo e apreciar tudo o que há de interessante, fazendo desses dias uns verdadeiros dias de descanso mas também de enriquecimento dos conhecimentos. Abstendo-se de tudo o que não lhe interessa. “Como diz o texto, olha para tudo e vê tudo diferente”.Quando a narradora se refere a este turista, não sei se ela se revê nele. Mas o que é certo é que este turista durante aquele mês só se importa com coisas boas porque as más deixou-as cá.

 A aparência física do turista.

Era uma pessoa com uma boa aparência física, bem vestido, com a sua máquina fotográfica e um sorriso, que mostrava a sua boa disposição.

 As razões que levarão o turista a procurar coisas que nada tenham a ver com a realidade do país para onde viaja.

As razões foram passar um mês de férias longe de tudo esquecendo todos os problemas do dia-a-dia. Como só queria ver coisas agradáveis, esqueceu-se de tudo, ignorando até as coisas desagradáveis de outros países. Ele queria, era ver coisas diferentes das que tinha no seu país. Para ver coisas iguais não valia a pena.

Ficaram bem arrumados em gavetas e em ficheiros os seus problemas;

Quer dizer que os problemas que tem a nível profissional, com pagamentos a fornecedores e dívidas de clientes e outros, com certeza, familiares ficaram arrumados e bem fechados durante aquele mês. Tentou esquecer-se de tudo enquanto estava de férias.

Não a vê com os olhos de homem, mas de turista

Como não era sensível, fazia que não via a pobreza e a miséria em alguns locais por onde passava. Os olhos de turista vêm de outra maneira, porque não querem enfrentar a realidade.

Concluindo: ser turista não devia ser, alheamento das coisas. Nós não partimos para outro planeta, estamos na terra e temos que enfrentar a realidade. Por se estar de férias, não quer dizer que só temos que ver coisas boas. Porque é querer viver numa realidade que não existe, só existe no imaginário. Os reparos feitos às compras sem interesse, têm a sua razão de ser, mas é do que gostam, aquele tipo de turistas.

Nem todas as pessoas têm carro, por isso têm que andar de autocarro. Cingindo-se a horários, comendo e bebendo e andam de autocarro, não têm tempo para aventuras.

Este tipo de turistas, não são normais, devem ser de outro planeta!

 

 

 

publicado por barroseira às 15:17